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“Você me irrita e me irrita muito. Me provoca ciúmes idiotas e eu odeio sentir ciúmes. Odeio quando brigo com você por causa desses ciúmes e odeio mais ainda quando você consegue fazer eu quebrar meu orgulho e ir falar contigo. Odeio essa distância que nos separa de encostar um coração ao outro e a saudade que eu tenho de você. Odeio a carência que me maltrata quando chega a noite. Odeio ter que abraçar o travesseiro todos os dias imaginando ser você ali. Odeio acordar no meio da madrugada, virar pra um lado da cama, e não te ver ali. Mas, apesar de me irritar muito e odiar essas coisas, você me faz muito bem, um bem danado. Adoro quando me faz sorrir por besteiras e quando me chama de idiota. Amo escutar sua voz e a sua risada. Amo sua teimosia quando “discutimos” que minha voz ou a sua está feia quando gravamos um áudio pelo celular. Amo o seu jeito e suas manias. Amo cada palavra sua, cada frase, cada letra. Amo suas crises de ciúmes. Eu amo tudo em você, inclusive você.”
- K. Shibahara.  (via romantizado)

“Eu mudei e mudei muito. Deixei de ser o babaca que ama mais na relação, dessa vez eu não vou atrás. Irei apagar tudo que me leva a você, começando pelo seu número de celular. Vai doer, eu sei que vai, mas é preciso abrir mãos de algumas coisas para que coisas melhores possam acontecer na vida. E é isso, eu estou abrindo mão de você.”
- K. Shibahara. (via romantizado)


Abril, 16 / 0 notas / reblog

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“Eles também brigam, batem portas e saem por aí. Mas voltam rindo da cara um do outro e dizem coisas como “não consigo ficar bravo contigo.”
- Gabito Nunes (via promisse)